Uma cidade lindíssima, com mais de dois mil templos espalhados no meio do nada, criando um cenário surreal! Essa é Bagan, um destino imperdível pra quem vai pro Myanmar! Em breve um outro post onde conto tudinho que você pode fazer por lá pra aproveitar melhor teus dias em Bagan! Essa foi a cidade número 29 da Expedição Caracol – Volta ao Mundo, que vai até nov/14.
E se você tá querendo ir pra lá, não deixe de aproveitar essas dicas práticas aqui nesse post – como chegar, onde ficar, quanto custa, e ainda, como economizar com a taxa de entrada da cidade!
COMO CHEGAR
A maioria das pessoas vai pra Bagan saindo de Mandalay. Tem várias opções de horário, com busões saindo de manhã, à tarde ou à noite. Peguei o meu de manhã, às 8h30, e a trip levou só 4h30 (me disseram que levaria 8h)! O preço foi 8.500 kyats (8,5 dólares).
ONDE FICAR
A maioria das guesthouses ficam no bairro Nyaung U, ou em New Bagan, que ficam a uns 5 km de Old Bagan (região dos templos). A região mais barata é Nyaung U, que é onde ficam a maioria dos mochileiros. Pra escolher tua hospedagem com antecedência, você pode conferir o site do Rumbo.
Tem várias opções de hospedagens nessa região, escolhi a minha quando cheguei e gostei bastante. Fiquei na Shwe Na Di, que fica a uns 10 minutos andando da rodoviária (nem precisa pegar táxi, perfect)!
Eles têm diferentes opções de quartos, pra uma ou duas pessoas – com ou sem banheiro, com ou sem ar condicionado. Dividi o quarto com um amigo e conseguimos negociar o quarto por 20 dólares no total (o preço original era 30), com banheiro privado, ar condicionado e até TV a cabo. Eles também têm quartos individuais, por 10 ou 15 dólares (banheiro compartilhado).
Outra opção de lugar barato é a Pan Cherry, que fica ainda mais perto da rodoviária. O lugar é mais simples, mas pareceu ok (não cheguei a me hospedar lá).
QUANTO CUSTA
O Myanmar não é um país barato. A comida é barateza, dá pra gastar bem pouquinho, mas a hospedagem, em compensação… Tem que procurar bastante pra conseguir não gastar tanto, principalmente se você estiver viajando sozinho (é bem difícil encontrar dormitórios ou quartos individuais)!
O primeiro gasto que você tem em Bagan é a taxa de entrada – você tem que pagar 15 dólares só pra entrar na cidade (cobrados já no busão). Eles te dão um cartão que supostamente te libera a entrada nos templos em Old Bagan, mas na real não me pediram isso em praticamente lugar nenhum (a não ser no pôr do sol em Shwe SanDaw).
A hospedagem varia muito, mas consegui pagar 10 dólares num quarto individual, com banheiro compartilhado (ou 20 dólares dividindo o quarto com um amigo, com banheiro e ar condicionado)!
O busão de Mandalay até lá custa 8,50 dólares. A comida é susse, gastei uma média de 1,5 dólares por refeição nos restaurantes locais, incluindo comida e bebida!
Fora isso, teus gastos vão ser de transporte (locação de bicicleta ou e-bike, carroça ou busão). Pra dar uma ideia, pra uma bike você gasta 1,5 dólares por dia.
Resumindo, em um dia:
– Hospedagem: U$ 10
– Refeições: U$ 4,50
– Transporte: U$ 1,50
– Taxa de entrada: U$ 15 (paga só uma vez, independente de quantos dias você ficar)
– Busão até lá: U$ 8,50 (de Mandalay até Bagan)
– Outros (água, snacks): U$ 1
Total: U$ 40,50 (se ficar mais dias, esse custo da taxa de entrada dilui, porque você só paga uma vez).
Minha média de gastos diários deu U$ 25 – e não paguei essa taxa de entrada! Quer saber como?
COMO DAR O MIGUÉ NA TAXA DE ENTRADA E ECONOMIZAR 15 DOLETAS
Não paguei essa tal taxa de entrada de Bagan! Quando o busão chegou na cidade, uma mulher entrou falando que todos os estrangeiros tinham que descer e pagar a tal da taxa. Falei que já ia descer, fiquei me enrolando no busão, e não paguei nada.
Achei que a todo momento fossem pedir pra mostrar que tinha pago a taxa, mas isso não aconteceu! Na verdade só teve uma única vez em que me pediram pra mostrar o cartãozinho: quando fui ver o pôr do sol na pagoda Shwe SunDaw, que é o point onde todo mundo vai. Tentei dar um migué dizendo que tinha esquecido o cartão na guesthouse, mas não colou…
Ok, mas eu não desisti. No dia seguinte voltei lá na pagoda, mas mais cedo, e adivinha? Ninguém pediu nada! O que quer dizer que se você quiser dar o mesmo migué que eu dei, pra economizar 15 dólares, é só chegar cedo pra ver o pôr do sol, antes das cinco da tarde, que tá tudo certo! Beleza, né?
DE BAGAN ATÉ INLE LAKE (KALAW – TREKKING)
Uma rota bem comum no Myanmar é ir de Bagan pro Inle Lake, e se tiver tempo, fazer o trekking por lá. Nesse caso, em vez de comprar a passagem pro Inle, você compra até Kalaw, de onde parte o trekking (que pode ser de 2, 3 ou 4 dias). A passagem custa 11 mil kyats (11 dólares) e a trip leva 8h. Tem busão de dia (às 7h da manhã) ou à noite (às 19h) – esse último chega numa hora bem péssima, às três da manhã! Aff…
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Essa foi a cidade número 29 da Expedição Caracol – Volta ao Mundo, que vai até nov/14.
*Post com publicidade



















9 comentários
Gostei desse post com os detalhes dos gastos! Não sabia que Myanmar poderia era uma país mais caro, vou me programar para não sair do meu orçamento de mochileira falida, hahaha.
Beijos!
haha… Mas o caro mesmo é a hospedagem, no geral consegui manter a mesma média dos outros países do sudeste asiático ;)
Carol, me dá uma aJuda aqui?
:)
Para ir de Bagan para Mandalay eu ia ir de avião mesmo, pela Golden air a 50 doletas. Mas o horário é péssimo e perderia o dia que quero ficar em Bagan.
Esses ônibus preciso comprar com antecedência? Não né?
Chegaste a fazer o trecho Bagan-Yangon?
Muuuuito obrigada!!
Oi Camila,
Fui de Yangon pra Mandalay, e de lá pra Bagan. Comprei o busão na hora mesmo, e olha que tava lá bem durante o feriado de ano novo birmanês! Eu iria de ônibus mesmo, se fosse você.
bj
Oi Boa tarde, só fiquei com uma dúvida você chegou a trocar os dólares pela moeda local deles ou não?
Oi Karla,
Troquei alguns dólares sim, mas também saquei em moeda local nos caixas automáticos, usando o cartão de débito (aí tem a maledeta taxa de 6,38% de IOF…)
bj,
Carol
Carol vc deveria ter vergonha de postar que nào pagou a entrada, isto é muito feio, é como roubar, se não Tem dinheiro não vá, por isso que tem politicos desonestos, começa do o povo desonesto, por isso também a fama dos brasileiros turista lá fora… Um país pobre daquele e vc acha que levou vantagem em 15 dolares, quanto vc pagou na sua passagem até a Ásia… Quanto vc economizou puxa 15 dolares… Tenha vergonha na cara … É muito feio isto é ainda publica
Denise,
Você deveria prestar atenção ao que escrevi nos posts. O Myanmar é um país bem pobre, e certamente eu pagaria isso se fosse um valor que fosse destinado à população. A questão é que os próprios habitantes do Myanmar são contra essa cobrança, pois não os ajuda em absolutamente nada, só vai para o bolso de alguns poucos ricos que vivem lá. Usei esse mesmo dinheiro para ajudar de verdade a população. Não roubei de ninguém, só deixei de dar dinheiro pra quem não precisa.