O Camboja é dos países que faz parte do roteiro de quase todo mundo que vai pro sudeste asiático, junto com a Tailândia, Vietnã e Laos – e não é pra menos, é simplesmente onde fica o maravilhoso Ankgor Wat!
Mas o Camboja é muito mais que o Angkor Wat – pra saber o que mais fazer por lá, aguarde o próximo post, com dicas de roteiros pelo país! Hora de falar sobre o que você precisa saber pra ir pra lá então!
VISTO
É, a coisa número 1 que você precisa saber é que precisa de visto. A boa notícia é que ele pode ser feito facilmente na fronteira (on arrival). E a má notícia é que essa fronteira é conhecidíssima pelas tentativas de propina, de gente dando golpes pra tirar uma grana!
A fronteira Tailândia/Camboja é a campeã de extorsões. Fui pra lá depois do Vietnã, e também encontrei uma bela máfia tentando ganhar grana da galera, mas consegui sair ilesa! Não foi fácil, eu sabia que o preço era 20 dólares, e os caras do busão vieram pedindo pra todo mundo dar os passaportes e 25 doletas pra eles. Primeiro que eu não queria largar meu passaporte na mão dele, depois que sabia que era migué. Bati o pé e disse que queria fazer tudo por conta. Eles ficam putos com isso, dizem que não é possível, mas é sim. Foi o maior rolo, busão me largando pra trás… rs… Dá uma olhada nesse outro post pra saber direito essa história!
Mas resumindo, o visto custa 20 dólares, e o processo em si é simples. Tem que levar em dinheiro mesmo (em dólares), mais uma foto 3×4, preencher o formulário que te dão lá e pronto. Se não fosse essa máfia toda, não seria big deal!
MELHOR ÉPOCA
Assim como a maioria dos países do sudeste asiático, o Camboja tem a época das monções, quando chove pra caramba todo dia e acontecem alagamentos. Óbvio que essa é a pior época pra ir pra lá – as chuvas vão de maio/junho a outubro, normalmente. A melhor época é de novembro a fevereiro, quando tá seco mas não tão quente. De março a maio é o verão, calorão na cabeça!
DINDIN
A moeda no Camboja é o dólar. Sim, isso mesmo. Não precisa nem trocar por moeda local, eles aceitam dólares em todos os lugares – inclusive quando você saca no ATM (caixa eletrônico), o dinheiro sai em dólares! Vale aproveitar e sacar uns doletas a mais pra levar contigo na trip!
Mas eles têm, sim, uma moeda local, chamada Riel, que eles normalmente usam pra dar o troco dos valores menores. A moeda é bem desvalorizada: 4.000 riels = 1 dólar!
QUANTO CUSTA
Achei o Camboja o país mais caro do sudeste asiático! Com essa brincadeira de pagar tudo em dólares, os preços acabam ficando mais altos também. Tanto na Tailândia como no Vietnã e no Laos gastei uma média de 20 dólares/dia – no Camboja essa média subiu pra 30 dólares por dia! Facada para os padrões do sudeste asiático!
Nessa média incluí todos os gastos – hospedagem, alimentação, transporte, passagens terrestres, passeios (inclusive entrada do Angkor Wat, que é bem cara) e alguns extras, como cerveja.
MERCADOS E BARGANHAS
Você encontra mercados de rua pra todo lado no Camboja, e muitas coisas bacanas pra comprar, entre roupas, artesanatos e souvenirs. Mas se liga, porque quando você pergunta o preço de alguma coisa, eles automaticamente deduzem que você quer comprar, então vão ficar praticamente te perseguindo pelo mercado se você disser não… rs… Óbvio que se a negociação não for boa você pode desistir, mas só pergunte o preço do que você tiver pelo menos intenção de comprar!
Ah, e abuse do poder de barganha! Cheguei a pagar 2 dólares por coisas que originalmente custavam 10, só pra dar uma ideia de como você pode jogar o preço lá embaixo quando fizer uma oferta!
LÍNGUA
Só fiquei duas semanas no Camboja, então não deu muito tempo de aprender o “cambojano” (ou “cambojês”?). Mas olha aí umas palavrinhas básicas que podem te ajudar por lá. Ah, e o alfabeto deles é diferente do nosso, então não dá pra entender nada do que tá escrito em lugar nenhum…
– Oi: soo-a ‘s day
– Obrigada: or kuhn
– How are you: sok sa bai
– Excuse me: som dtoh
COMES E BEBES
Uma comida bem gostosa, típica de lá, é o Amok – um prato estilo moqueca, feito com peixe, leite de coco, cogumelo, cenoura, manteiga e temperos de lá. Tem a versão com outras carnes também. Comi quase todo dia!
Nas ilhas do sul rola muito peixe (barracuda) e vários BBQ – não são baratos, mas são uma opção bem boa! Fora isso, a base da comida é muito parecida com o resto do sudeste asiático – arroz, noodles, vegetais, frango.
A cerveja de lá é gostosa, experimentei algumas marcas diferentes, a que mais curti foi a Angkor. A latinha custa 1 dólar na maioria dos lugares.
ROTEIROS – O QUE CONHECER
Aguarde, em breve um post só com dicas de roteiros pelo Camboja!















11 comments
Ótimo post Carol! Obrigada pelas dicas :)
Valeu Bruna! Que bom que você curtiu!
bj
Olá, preciso de mais dicas sobre o Camboja, tem como?
Oi Diane,
Tem vários posts sobre o Camboja aqui no blog, mas se tiver dúvidas, é só perguntar aqui nos comentários.
bj,
Carol
Carol, estou curtindo muito os posts. Eu vou para Camboja para turistar e trabalhar. Para isso, preciso de acesso à internet. Como é no Camboja, rola acesso fácil ou tem Lanhouse? Obrigado e parabéns!
Oi Marcio, tudo bem?
Eu usava a wifi dos hostels, mas tem lanhouses lá sim. Você também pode comprar um Simcard, é barato e te garante acesso à internet a toda hora.
bj,
Carol
Bom dia Carol.
Sou Marcos Francisco e moro aqui no Rio de Janeiro e gostaria de saber se você tem contato de algum brasileiro que more no Camboja e caso positivo, se poderia facilitar meu contato com essa pessoa.
Fico no seu aguardo.
Cordialmente,
Marcos Francisco
Oi Marcos, tudo bem?
Não conheço não, desculpe… Mas você pode tentar procurar alguém pelo Couchsurfing.
bj,
Carol
E ai carol, belzinha??
Entaoooo, estou indo para o Camboja e como tenho 7 dias gostaria de saber quais as praias vc recomenda…. sou louco por praias.. diga ai e “do not stop to travel”… Sandro
Oi Sandro, tudo bem?
De praia no Camboja visitei só Koh Rong, mas fiquei uns 5 dias por lá, adorei, super tranquila e lindona!
bjs!